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Grupo de Estudos Sociais, Tiflológicos e Associativos

 

EDITORIAL

A UNIÃO, PARTE I

Rodrigo Santos

Poderá parecer, para muitos, um abuso dos chavões propor-me falar, neste editorial de “Grande Angular”, apenas da união. Ainda maior será talvez o atrevimento se me propuser amadurecer as reflexões que aqui teço, e trazê-las novamente à coacção em próximos números da revista.

No entanto, espero que me seja desculpado o atrevimento do tema e da missão propostos, e desejo ainda que fique clara a minha intenção de não me cingir a um simples abuso de um tema recorrente nos dias de hoje.

Sim, é verdade, o tema tem sido ao longo dos últimos anos, e não só, usado de forma insistente por individualidades de todos os campos, das artes à política, passando pelas ciências e tecnologias. Mas de facto, no tempo que atravessamos, a união parece-me a palavra-chave que devemos ter sempre em mente. Como encetar, hoje em dia, um novo projecto ou etapa, sem a união de vontades, na definição de objectivos comuns, ou sem a união de esforços, para a prossecução dos mesmos? Como reunir em nós próprios as forças necessárias a um recomeço? Aliás, esta união, e a sua necessidade, estão de resto patentes no vocábulo reunião, que define por si só o restabelecer de uma união.

Reunir forças é pois repor ao nosso serviço todos esses esforços que, ao longo de uma etapa da vida, dispersámos, e que agora urge que voltem a cooperar mutuamente.

Por exemplo, aqui na redacção de Grande Angular, já fizemos (e continuamos a fazer) algumas reuniões, porque temos um desafio importante entre mãos – tornar cada vez mais célere a publicação deste periódico trimestral, e aumentar a sua qualidade. É sem disfarçado orgulho que podemos afirmar que, tanto ao nível qualitativo quanto ao nível da periodicidade, algumas melhorias têm sido conseguidas, apesar do imenso que ainda há por fazer. Prova pois de que a união dos nossos esforços, depois de unidas as vontades, produz e, estamos certos, continuará a produzir frutos visíveis.

Saibamos todos nós aproveitar o descanso que o Verão nos proporcionou para reunir, depois de retemperadas, as forças de cada um, para que, a todos os títulos, possamos continuar a nossa caminhada, e estou certo de que, individualmente e/ou em grupo, nunca nos faltarão os sãos frutos dessa unidade de esforços, vontades, entendimentos, ideias e até mesmo pessoas, para a definição, prossecução e alcance dos nossos objectivos, sejam eles fáceis ou aparentemente inatingíveis, pessoais ou colectivos.

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Última actualização efectuada em 31 Agosto 2004
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